Uma releitura desconexa, um querer de volta as mesmas sensações. Querer tatear o que não é palpável, querer reviver o que não é tautologia. Os olhos que se fecham para buscar no cerne o que te move, buscar a sensação que se quer perdurar de forma ínfima. O desassossego do tempo, quando se queria morar nos momentos, as horas que insistem em se confundir entre futuro, passado e presente, acaso.