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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Ruiva cor
veio, como surpresa boa, como sabor de chocolate que eu desconhecia, como o inesperado, no presente tempo, perduro e quero insistentemente mais.
quero folhear como livro novo, degustar, ter em mim, ter comigo, tocar, permanecer, juntar, participar.
Um dividir der horas onde só se ganha, na coragem dos olhares que se encararam, um pouco menos tímidos. Num abraço que conforta e quer morar ali.
Desconstruir para somar, acrescento apernas as reticências, para que seja sempre assim... leve e eterno, enquanto chama, abrazzo.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Para Let, Let´s Go
Azul que não será lido, papel picado virou , a vida recicla o ciclo de quem aqui ficou. Lembrança faz voltar o sorriso que o silêncio tomou. Tenho saudade da tua luz , o tempo cura a dor. Da ausência presencial, ficou o aprendizado que sempre se faz presente, numa tarde de Domingo, num pulsar latente, dentre os encontros casuais no C8 ou lugares dos quais os emaranhados dos cabelos fizeram um laço, este só aperta de saudade vez em quando, mas embeleza na certeza de que é tudo um por enquanto, quando passageiras , a vida , a dor , transmuta e transgride em esplendor. Obrigada pelo sorriso que me roubou, hoje presente em memória.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Foi divertido, durou alguns meses, me senti com um pouco mais de vida, o que me incomoda agora é que o sonho acabou e tem gente torcendo tanto pra que desse tudo certo. Eu já sabia o resultado desde o inicio , eu só queria algo que me movesse, que me fizesse acreditar em algo. O que me faz triste agora é decepcionar vocês, eu só precisava tentar, pra me sentir um pouco viva...
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Ela não consegue mais chorar!
Achou que estava fazendo tudo certo, tudo o que é socialmente correto... mas ela, ela não está feliz.
Falta algo, que nada preenche, que dói em proporções gigantescas. Sente falta do seu próprio sorriso, sente falta de não sentir falta.
Paralisa! Ela está descrente de tudo, ela não se pertence mais e tudo o que tem é esse vazio que ela tenta preencher a qualquer custo. Ela foge ... ela tenta ... ela encena ... mas, continua ali, aquela sensação de não vida, de tempo perdido, de estar perdida.
È como se não morasse mais em si mesma, é como se tudo fosse estranho e ela não pudesse tocar, alcançar ...
Tudo ficou denso ... as cores começaram a perder o brilho ... o tempo parece que a cada hora , tem duas horas a mais ...
E dentro do corpo, algo grita , desesperado, como quem procura ar, ela não consegue mais controlar, fugiu ...
Tudo parece não fazer mais sentido ...
Ela só está procurando ... só está procurando ... ela continua procurando ... algo que a faça sentir, viva! :(
domingo, 18 de maio de 2014
ensaio sobre Domingo.
O Domingo começou ingrato, mas era ingratidão sem sentido, logo perdeu-se no passado. Passaram-se as horas e vieram os prazeres. Guloseima que não deu certo, mas o gosto era agradável, conversa boa, desabafo e música que toca no imaginário. Ah, os Domingos que acordam sempre preguiçosos, me fizeram abrir os olhos. Enquanto o galo não canta, perduro o sorriso acanhado de estar confortável, num dia de Domingo.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Ensaio sobre Domingo, 2.
A xícara sobre a mesa, o café que esfriou ... enquanto divagava em sua ingenuidade.
Meia noite, meias palavras ... o Domingo se despede assim, meio sem jeito ...
domingo, 16 de fevereiro de 2014
ensaio sobre Domingo, parte 1.
E do cinza que tomou o céu e da chuva que enfeitou as janelas, faltava som. Ela falou sobre Ella. Gratidão! E o Domingo vai dormir numa cena que inventei, onde há chá e chocolate quente.
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