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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Abri as gavetas e vasculhei. Não mora mais aqui! Ouvi dizer com uma voz sussurrada ,como costuma ser a da consciência. Insistentemente procurei, eu não podia simplesmente acreditar que algo tão importante , que morou ali tanto tempo, pudesse simplesmente ter sumido assim ... E quando deixei a razão abrir os olhos meus, eu vi que fazia tempo que não estava ali... Cheia, contida … como se assim fosse a felicidade de uma gaveta, o seu estado de plenitude , fosse a utilidade, o preenchimento, sem deixar lacuna qualquer. Guardam segredos de uma vida inteira e confissões frente ao espelho.

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